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PREFEITO DE FRONTEIRA sai em defesa dos produtores de abacaxi e crítica o rigor de leis ambientais

Marcelo Passuelo foi categórico ao afirmar em seu discurso, que a morosidade dos órgãos ambientais em Minas Gerais, coloca em risco a produção de abacaxi na região do Baixo Vale Mineiro, que representa 80% de toda colheita no Estado.

Da assessoria

O prefeito de Fronteira – Marcelo Passuelo (PMDB), na quarta-feira, 10 de maio, participou da audiência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que debateu a liberação de outorgas para o processo de irrigação da cultura abacaxizeira do Baixo Vale Mineiro. O encontro promovido pelas Comissões de Agropecuária e Agroindústria e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), contou com a presença dos deputados estaduais: Leonídio Bouças (PMDB), Arnaldo Silva (PR), Antônio Carlos Arantes (PSDB) e Felipe Attiê (PTB).

Em seu pronunciamento, o prefeito fronteirense, disse que a cultura política do Brasil e de seu Estado, tem que mudar. “Os agentes políticos terão que ser gestores eficientes, e isso, em todos os órgãos. O povo brasileiro merece! É por isso, que eu acredito que a política em nosso país e em nosso Estado, deve mudar”, afirmou Marcelo Passuelo, parabenizando a mobilização dos produtores rurais da região. “Parabéns aos nossos produtores rurais, que percorreram cerca de 800 quilômetros, deixando as suas propriedades, a família e seus afazeres diários, para estarem aqui, unidos, reivindicando apenas atenção e incentivos para poder trabalhar e fazer com que não apenas nossa região se desenvolva, mas todo o nosso Estado”, asseverou, lembrando que quando os poderes Legislativo, Judiciário e Executivo se unirem, visando o bem comum, a população terá uma resposta satisfatória.

“Nossos produtores rurais, vem sendo injustamente marginalizados por um sistema ambiental rigoroso, que apenas impõe regras, mas não incentiva a produção agrícola, de forma sustentável”, condenou e acrescentou: “E temos que mudar essa realidade, caso contrário, nossa cultura de abacaxi, que gera milhares de empregos, irá falir, gerando para a nossa região, um impacto social e econômico muito grande, e o Estado, também perderá, ou seja, todos nós perderemos, principalmente, o trabalhador”, destacou Marcelo Passuelo.

O prefeito concluiu seu discurso se colocando a disposição do Estado, visando facilitar a liberação de outorgas de águas para os produtores de abacaxi de Fronteira. “Podem contar comigo, porque estarei, prontamente, a disposição para ser parceiro nesta empreitada, que é nossa também”, finalizou o prefeito, que foi a audiência acompanhado do presidente da Câmara de Fronteira – Marcelo Moraes (PRB), dos vereadores – Silvano Motos (PMDB) e Dunga (PR); e do produtor rural – José Ricardo.  

 

 

 

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