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PREFEITO MARCELO PASSUELO afirma que seria contraditório realizar Carnaval, diante da crise que o município enfrenta



Durante reunião com sua equipe técnica, o prefeito afirmou que seria desumano, investir em festa de Carnaval e deixar de atender cerca de 500 pessoas, que necessitam de exames de ultrassom, – demanda reprimida que herdou do ex-governo, e que custará para o município cerca de R$ 50 mil.

Da assessoria

Diante da falta de compromisso do governo mineiro com as cidades e à grave crise econômica que afeta todo o Brasil, atingindo diretamente os municípios, o prefeito – Marcelo Passuelo (PMDB), mais uma vez optou por não realizar o Carnaval em 2018, e priorizar as principais demandas da população fronteirense.

“Seria contraditório de nossa parte, gastarmos recurso público com festa de Carnaval, uma vez que, desde o ano passado, estamos implementando medidas para conter gastos, a exemplo de demissões e reduções de salários”, explicou o prefeito, frisando que decidiu continuar priorizando as áreas de Saúde, Educação e manutenção dos serviços básicos indispensáveis à população.

“Além disso, estamos priorizando o pagamento de salário dos nossos servidores, mantendo em dia a folha”, disse, lembrando ainda que até o mês de abril, pretende quitar todas as dividas atrasadas com fornecedores e prestadores de serviços.

Passuelo lembra ainda que é do conhecimento de todos o momento econômico em Minas Gerais. “É notório e do conhecimento de todos, que grande parte dos municípios mineiros estão passando por “aperto” nas contas, em virtude do descaso do governador de Minas”, destacou o prefeito, salientando ainda que neste momento, seu intuito é priorizar também a dignidade das famílias de baixa renda que são atendidas pela Prefeitura, frisando que diante da ausência de recursos financeiros para custear demandas como festa de Carnaval, “volto a frisar que seria contraditório realizar festividades que pudessem pôr em risco todo o esforço do governo municipal para contenção de gastos”, concluiu, assegurando que está em andamento negociação para acabar com a demanda reprimida herdada do governo anterior, de aproximadamente 500 exames de ultrassom, que custará cerca de 50 mil reais para o município.

 

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